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Brian Kause: "O lado negro de um Avatar era mais interessante"

Brain Krause deu uma entrevista para a revista Fan Girl, que Charmed Fan Fiction traduz para você. O ator fala sobre como era interpretar Leo Wyatt e do que mais gosta de fazer profissionalmente. De quebra, a matéria traz informações sobre o lançamento do box de Charmed, aquele, em formato de Livro das Sombras.


De Alyssa Milano a Shannen Doherty, as Charmed Ones têm um leal grupo de seguidores, e as 8 temporadas provaram isso. Mas não foram apenas as garotas que fizeram o show ser tão incrível. Era por causa dos caras que muitas fãs ligavam a TV: Julian McMahon e seu diabolicamente quente Cole Turner, ou então, para muitas espectadoras, o heróico Leo Wyatt que poderia salvar seu dia a qualquer momento.

Bem a tempo para o Natal deste ano será possível ter algo especial para um fã de Charmed. Em 18 de Novembro toda a série estará disponível em uma reprodução do Livro das Sombras do seriado. A coisa é gigantesca, e vai ficar um arraso sobre a mesinha da sala, ou em qualquer outro lugar. O livro tem ilustrações e histórias de criaturas, e nas páginas estão os DVDs de cada temporada, em ordem. No momento você pode encomendá-lo na Amazon.com com 30 por cento de desconto.

Para celebrar o lançamento fizemos algumas perguntas para o próprio Leo Wyatt, Brian Krause. Brian não esteve descansando sobre seu louros desde a última temporada da série. Ele tem feito participações especiais no mega hit Mad Men e muitos filmes para a TV, incluindo Beyond Loch Ness. Krause será eternamente Leo para um monte de fãs ... mas eu vou sempre lembrar dele como o alien sugador de almas que amava a dançar em Sleepwalkers.

Fan Girl: Você estava preparado para a enorme quantidade de fãs de Charmed quando você começou na série?

Brian Krause: Foi algo inesperado. Eu já tinha lidado com algumas coisas, mas foi um tanto chocante ver a quantidade de pessoas que assistiam religiosamente o show. As pessoas ainda vêm até mim o tempo todo. E acho que mais gente vê agora, nas reprises que passam sempre. Elas podem voltar a ver os episódios, agora que está em DVD. Portanto, é bizarro.

FG: O seu personagem tinha um enorme background e uma bela história. Ele passou por um monte de transformações. Isso ajudou ou dificultou a sua capacidade de viver o personagem?

BK: Nada foi prejudicado. O meu personagem cresceu mais e mais com o desenvolvimento da história, quanto mais história me davam, melhor. Quanto a manter a linha... Eu tinha uma ótima comunicação com Brad Kern (o produtor-executivo da série), que nos manteve instruídos sobre onde tudo ia chegar.

E as garotas tinham realmente uma grande capacidade de se lembrar o que estava ligado com o que, então sempre comentávamos "Ah, lembra, isso é assim..." Portanto podíamos sempre recordar juntos de muita coisa e sempre tínhamos os roteiristas ao redor. Conseguimos manter tudo bem amarrado. Além disso tínhamos um monte de membros da equipe que estavam conosco desde o início que, na verdade, sabiam um monte do show "Não, você fez isso!" Foi divertido. Todos tivemos essa história.

Lidar com coisas sobrenaturais, bruxas, Goblins e pessoas com diferentes poderes, mantendo tudo bem alinhavado é definitivamente um trabalho e tanto. E a glória para Brad Kern, capaz de manter tudo isso na sua cabeça. Eu tenho certeza que ele tinha algum livro ou bíblia, se você quer chamar assim, de todos os diferentes personagens. Sem mencionar que tivemos o Livro das Sombras. Se alguma vez foi necessário voltar e procurar um personagem podíamos ir para o Livro e ver "Este é o seu poder, foi o que ele fez", aquele episódio foi assim naquele ano. Então voltávamos para aquilo que foi.

FG: Você gostou mais de ser um Avatar ou um Ancião?

BK: Você sabe, foi interessante ser um Avatar porque isso foi para um lado mais sombrio. Foi muito divertido. Sendo um Ancião ... eu definitivamente gostava mais de ser Avatar porque era muito mais divertido interpretar. Como Ancião apenas parecia que eu tinha que ficar parado lá, sendo o protetor, e não me envolvendo como era ser um Avatar.

FG: Sobre o gênero de trabalho. Você gosta de trabalhar com o horror ou gosta mais do aspecto da fantasia, como em Charmed? Qual a preferência?

BK: O horror e tudo aquilo de lidar com o sangue todo o tempo pode ficar chato. Você nem sempre está fazendo o máximo... não pela qualidade mas pelo tipo de trabalho que força você como ator a ser o melhor que pode na emoção e tal. Um monte de vezes é só você gritar e morrer. É muito de reação ao momento.

A coisa da fantasia é muito um fazer-acreditar. E é definitivamente desafiador fingir que as coisas estão onde não estão. E fazer os diálogos supostamente terem sentido... é certamente desafiador no sentido da fantasia. É definitivamente o mais desafiador.

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