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Julian queria matar as Encantadas

Selecionei aqui os trechos mais interessantes de duas entrevistas de Julian McMahon para o jornal inglês Metro, e adaptei para Charmed News. O eternamente sexy Cole Turner fala sobre a tendência a fazer personagens "malvados" como o demoníaco marido de Phoebe Halliwell em Charmed, e suas preferências quando o assunto são as mulheres.


JULIAN NÃO É EXIGENTE

Julian McMahon já foi casado duas vezes, uma delas com Dannii, a irmã mais moça da cantora Kilie Minogue, e outra com a atriz texana Brooke Burns. Quando lhe perguntam quem seria a sua mulher ideal, o australiano se enche de sorrisos "Definir um tipo ou pessoa não seria justo para mim. Eu adoro todas as mulheres."

Na contramão de seu atual personagem, o doutor Christian Troy em Nip/Tuck, o ator acrescenta que considera insalubre a obsessão atual pelo peso. Para Julian, em vez de se concentrarem em emagrecer até um impossível tamanho zero, as mulheres deveriam esforçar-se em "serem a pessoa que querem ser."

"Se todos nós devêssemos ser do mesmo tamanho, acabaríamos nos tornando um monte de robôs, certo?", diz o ator. "Não acho que o mais importante seja o tamanho, mas gostar de ser a pessoa que você é. Isso é mais sexy do que ser desse ou daquele tamanho.Tenho certeza de que há mulheres bonitas de qualquer tamanho."

Formem uma fila ordeira, senhoras ...

Julian McMahon era como uma celebridade na Austrália, no início dos anos 90. Seu pai, Sir William McMahon, era Primeiro Ministro, ele foi casado com Dannii Minogue e etc. Mas largou tudo para ir para Los Angeles e, desde então, estrelou em Charmed e agora em Nip/Tuck.

METRO: [Ao fazer séries como essas] você tem algum problema com a moral cristã?
JULIAN: Alguns dos roteiros foram surpreendentes para nós. O episódio piloto [de Nip/Tuck], que nos mostrava desavisadamente mudando a face de um cara que era um pedófilo, realmente nos atingiu. Tenho uma filha, de modo que isso traz o melhor em você quando você perceber o horror do que ele faz. Mas a maior coisa do show é o dilema moral que existe em quase todas as cenas. É uma obra fenomenal de escrita. Há uma constante discussão de manipulação, e isso o diferencia de qualquer outra coisa que esteja na TV.

METRO: Você uma vez descreveu a atuação como "apenas mais um trabalho". Será assim tão fácil?
JULIAN: A ênfase não era sobre a palavra "apenas" quando eu disse isso. A atuação me encontrou. Eu estava estudando Direito na universidade, e alguém me pediu para fazer um trabalho como modelo. Eu disse: "Claro." Eu fiz algumas campanhas na Europa, ganhei algum dinheiro, voltei para casa e estava prestes a ir novamente para a Europa a fazer mais campanhas quando alguém me indicou para audição de um programa de TV. Foi a oportunidade de explorar algo diferente e parecia um desafio, mas não era o tipo de coisa que eu pensei que ia me envolver. Foi depois que eu me tornei apaixonado pela atuação.

METRO: E o sotaque americano agora é permanente?
JULIAN: Tem que ser, meu amigo. Eu nunca tinha pensado nisso, então, logo que cheguei, percebi que era o maior problema para mim. Se eu queria trabalhar em os Estados Unidos., eu tinha que perder meu sotaque australiano. Eu estudei dialeto durante quatro anos e trabalhei nisso constantemente. Estabeleci a meta de, entre cinco e nove horas de cada dia, falar com sotaque americano.

METRO: Quando o papel em Nip/Tuck lhe foi oferecido pela primeira vez, você poderia imaginar que faria tanto sucesso?
JULIAN: Ele não me foi oferecido num primeiro momento. Eu tinha uma cópia do script, que era ainda mais chocante do que o show hoje na TV. Liguei para os produtores e disse: 'Este é o melhor roteiro que eu já li. Eu realmente quero entrar nessa." Me responderam: "Ok, nós te ligaremos". Quando fizeram isso, estavam dizendo que não queriam me ver. Foi mais um processo de luta para conseguir o papel.

METRO: O que você fez para conseguir ?
JULIAN: Trabalhei muito. Passei tempo praticando na minha cozinha, gravando tudo e mandando o resultado para eles. Então eu fui chamado, e foi uma guerra de atrito contra as outras pessoas que também foram chamadas para o papel. Eu apenas senti que tinha que tê-lo - minha conecção com o personagem era muito forte. Precisava fazer isso. Eu disse para o criador, Ryan Murphy: "Me dê o papel de um motorista ou alguém andando no fundo - qualquer coisa. Tenho que estar envolvido."

METRO: Houve rumores de um envolvimento entre você e a co-estrela Joelie Richardson. O que você pode nos dizer?
JULIAN: Isso eu prefiro não comentar.

METRO: Parafraseando Christian: "Diga-me o que você não gosta em si mesmo."
JULIAN: Não posso. Isso seria ir longe demais.

METRO: Alguém já te confundiu com ele?
JULIAN: Acontece o tempo todo - é ridículo. Um cara no outro dia veio até mim e disse [imita o sotaque texano]: 'Quero que você faça na mi'a esposa um daqueles peitos de silicone.'

METRO: Você interpretou a fonte de todo o mal em Charmed. Você prefere papéis obscuros?
JULIAN: Eu gosto da oportunidade de fazer personagens que têm esse lado negro, mas que fazer a platéia empatizar com eles. Você quer que eles pensem que há algum tipo de lado doce, suave dele. Considero que interpretar o que era, essencialmente, o diabo em Charmed e ter platéia cativa foi uma honra. A Fonte quis matar os três irmãs, e, aparentemente, era o que queria a maior parte da platéia.


Matar ou morrer: Julian como Cole Turner, em Charmed.
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