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Mulheres e esporte, Alyssa viu tudo isso antes

Foi exibida hoje (12/02) no Jornal Nacional uma matéria que mostra bem a visão de negócios de Alyssa Milano, mesmo sem falar na atriz. Afinal de contas, enquanto por aqui é recente a descoberta do público feminino nos estádios, nos Estados Unidos Alyssa já previa há tempos que esse era um filão de mercado.

Além de criar uma linha de roupas esportivas especialmente desenhada para as torcedoras que querem manter a feminilidade, a TOUCH, Alyssa tem seu próprio blog sobre esportes e se tornou presença obrigatória nos grandes eventos esportivos, em seu país.

Por aqui, os clubes só agora começam a valorizar as torcedoras... veja o que diz a matéria do JN:

Mulheres marcam presença nos estádios de futebol
Clubes se preocupam em lançar produtos voltados para o público feminino.

O crescimento do público feminino nos estádios é visível e os clubes estão tirando proveito disso, como mostra o repórter Eric Faria.

Torcer, torcer mesmo. Já não é uma exclusividade dos homens. "Mulher também vem!", exclama uma torcedora do Sport.

Por todo o Brasil, os estádios recebem cada vez mais mulheres e adolescentes entusiasmadas. Leda da Costa, vascaína antes de tudo, pesquisadora da Universidade Federal Fluminense (UFF), tem um estudo chamado ‘Lugar de mulher é na arquibancada’.

"Hoje, ela tem mais liberdade de se expressar enquanto torcedora e ser menos questionada enquanto torcedora", explica a pesquisadora.

"A gente era muito discriminada. Se a gente gritava: “Grêmio!”, chamavam a gente de assanhada", denuncia uma torcedora tricolor.

A liberdade de se divertir, claro, vem acompanhada de muita vaidade. "Tem que vir sempre bonita, com cabelo penteado, sempre combinando", ensina uma torcedora do Náutico.

A produção independe da companhia. Está cada vez mais comum ver amigas torcendo juntas. Mãe e filhos, inclusive, sem a presença do pai.

Não existe apenas um fator que possa determinar esse aumento do público feminino, mas o sucesso de Marta, três vezes eleita a melhor do mundo, contribuiu para que a mulher não seja uma estranha no ninho.

"Se elas sabem jogar, elas também sabem torcer, elas também entendem de futebol", afirma a pesquisadora.

O mercado já abriu os olhos. Até aquela torcedora mais refinada não precisa mais descer do salto. Na loja oficial do Atlético Mineiro, entre 60% e 70% dos clientes são mulheres.

"Todas as marcas estão desenhando produtos específicos dos seus clubes para atender esta demanda também", afirmou o empresário Francisco Machado.

No Sport, 30% dos produtos são para elas. "Uma coisa muito importante do público feminino é que elas com certeza serão as mães dos futuros rubro-negros", acredita Carlos Frederico, vice-presidente de marketing do Sport.

Herdeiros e herdeiras da mesma paixão pelo futebol. E paixão é um substantivo feminino.

Assista nesse link o vídeo com a reportagem do JN.
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